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Compromisso com o meio ambiente assegura investimentos para soluções sustentáveis em propriedades ag


Texto Thalita Braga – Foto Divulgação

Visionário e empreendedor, o produtor rural Renato Sorgatto, em sociedade com seu irmão Remi Sorgatto, implantou no ano de 2013 a primeira indústria de beneficiamento de alimentos, legitimamente cristalinense no município – a Sorgatto Alimentos. Com larga experiência no campo de produção de matéria-prima, Renato decidiu explorar a potencialidade de sua produção na própria fazenda. Desde o plantio, passando pela colheita e pelo transporte até a indústria de transformação, tudo é feito dentro dos limites da propriedade. “De forma lucrativa, conseguimos unir o desenvolvimento com a responsabilidade ambiental, como por exemplo, no reuso da água da indústria para irrigação de eucaliptos. Nossa grande preocupação nesse momento é não deixar que nada se perca sem que seja reaproveitado no próprio ciclo de produção sustentável da propriedade”, garante o produtor, que também é técnico agrícola.

Com 24 pivôs centrais, Sorgatto irriga uma área de 2,3 mil hectares, onde cultiva milho, cebola, feijão, tomate e milho doce, e emprega 300 funcionários. Já na indústria de fabricação de polpas, trabalham 120 pessoas no beneficiamento de tomate, batata doce e pimenta. Com produção média de 50 mil toneladas de tomate por ano, Renato está entre os produtores de tomate de país.

Renato conta que com a criação da Sorgatto Alimentos abriu-se espaço para que mais produtores da região passassem a fazer o beneficiamento da produção em Cristalina, garantindo assim, a melhoria da receita do produtor e, também, a ampliação da mão de obra e a circulação de riqueza no município. “Hoje nós produzimos a matéria-prima, realizamos o seu processamento e temos capacidade para atender a demanda de outros produtores da região.

Toda a produção destinada à indústria, que seria transportada pelas rodovias é eliminada. Com isso os benefícios ao meio ambiente são imediatos, como por exemplo:

  • Redução do desgaste das rodovias;

  • Evita-se o derramamento de produtos nas estradas;

  • Alívio do fluxo de veículos de carga;

  • Redução da queima de combustível fóssil, diminuindo a emissão de CO2.​


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